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18 Mar 2026

Transtorno do sono na terceira idade é comum?

Dificuldade para dormir, despertares frequentes durante a noite ou sensação de cansaço ao acordar são queixas bastante comuns entre pessoas idosas. Mas afinal, os transtornos do sono fazem parte do envelhecimento natural ou indicam que algo precisa de atenção?

A resposta é: alterações no sono são comuns na terceira idade, mas não devem ser ignoradas.

O sono muda com o passar dos anos

Com o envelhecimento, o organismo passa por transformações hormonais e neurológicas que impactam o ritmo do sono. É natural que o idoso adormeça mais cedo, acorde mais cedo e tenha um sono mais leve. Também pode haver redução do tempo total dormido.

No entanto, mudanças fisiológicas são diferentes de distúrbios persistentes que comprometem a qualidade de vida.

Quais são os transtornos mais frequentes

Entre os problemas mais comuns estão:

Insônia

Apneia do sono

Síndrome das pernas inquietas

Sonolência excessiva durante o dia

Essas condições podem estar associadas a fatores como dores crônicas, uso de medicamentos, ansiedade, depressão, alterações hormonais ou doenças neurológicas.

Quais são os impactos do sono ruim

Dormir mal afeta mais do que o humor. A privação de sono pode comprometer a memória, a concentração, o equilíbrio e até aumentar o risco de quedas. Também pode agravar problemas cardiovasculares e reduzir a imunidade.

Por isso, tratar o sono como prioridade é fundamental para um envelhecimento saudável.

O que pode ajudar

Algumas medidas simples podem contribuir para melhorar a qualidade do sono:

Manter horários regulares para dormir e acordar

Evitar cochilos longos durante o dia

Reduzir o consumo de cafeína à noite

Criar um ambiente tranquilo, escuro e silencioso

Praticar atividades físicas leves com orientação profissional

Quando os sintomas persistem, é essencial buscar avaliação médica para identificar causas específicas e indicar o tratamento adequado.

Sono também é cuidado

O sono é parte essencial da saúde física e emocional. Na terceira idade, observar mudanças e buscar orientação profissional pode fazer toda a diferença na disposição, na autonomia e na qualidade de vida. 


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